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domingo, 3 de outubro de 2010

Reiki I


15, 16 e 17 OUTUBRO

Curso Vivencial REIKI XAMÂNICO - O Caminho do Coração - nível I
Clã Filhas da Lua e Clã Lobos do Sul
Ana Paula Andrade e Rafael Dusik

Local: Espaço Rapa Nuy - Porto Alegre/RS

15/10 - 20h - Importante ser pontual!
16/10 - 08h (trazer doação ao Homem/Mulher do Fogo, roupa para o temazcal, toalha de banho)

Obs. Se possível vir no sábado para dormir no local. A Cerimônia de Temazcal do dia 16 faz parte da Formação de Reiki Xamânico, então, terminaremos tarde. A Alimentação ocorre no Espaço. Quem for pousar deverá acertar a taxa de banho e café da manhã com o Espaço. Trazer colchonete e roupa de cama.
17/10 - 09h às 17h (vir com roupa clara)

Investimento: R$ 260,00 (incluso cerimônia de Temazcal do dia 16)
Inscrições até dia 11/10

16 OUTUBRO

Vivência Resgate do Projeto Celeste do Eterno - TEMAZCAL - Tenda do Suor
Clã Filhas da Lua e Lobos do Sul

Local: ESPAÇO RAPA NUY
Rua Delfino Riet, 116 - Santo Antônio - Porto Alegre/RS
Fone: (51) 32352124 / 98210643
Hora: 16h
Condutores: Ana Paula Andrade e Rafael Dusik
Contribuição: R$ 120,00

Necessário inscrição antecipada!
Email: clafilhasdalua@gmail.com
O Temazcal acontece mesmo com chuva!

O que levar: Toalha de banho, roupa de banho (biquini ou maiô para mulheres), chinelo, canga ou esteira, alimento para compartilhar (fruta ou lanche vegetariano), doação para o homem do Fogo (sinta no seu coração). Se optar por entrar de roupa, mulheres de saia e homens de bermuda.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Seja bem vido...coração de guerreiro!!!




Conselho dos Lobos
Vivência para HOMEN


12 de Setembro de 2010 - Domingo - 18h as 21h


Os encontros propõem um resgate da alma masculina através de práticas meditativas, dinâmicas, biomovimento, Qi Gong Li, Ritos Ancestrais, Jornadas, Dança, Canto e partilhas.

“Sentar em círculo em um conselho é sentir-se parte de algo ancestral; compartilhar com outros homens é tornar-se mais sábio; encarar suas sombras é desenvolver o próprio poder e responsabilidade; reconhecer no outro o espelho de tua alma é curar-se... e observar tudo isso como mais um passo na jornada da vida é trazer ao olhar o brilho eterno do coração”. (Rafael Dusik)

Local: Espaço Rapa Nuy
Rua Delfino Riet, 116 - St° Antonio
Porto Alegre/RS
Contato:
(51) 32352124
Valor: R$ 30,00

Maiores informações:
email: rafaeldusik@gmail.com
http://clalobosdosul.blogspot.com
(51) 92453371 / 98210643

***CONFIRMAR PRESENÇA***

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A Lenda da Pantera e do Dragão


Contam as lendas xamânicas orientais que existia um Dragão mau que assolava a floresta, seu único objetivo era a destruição da natureza, este Dragão, temia a Pantera, pois esta tinha o hálito tão doce que a simples abertura de sua boca poderia destruir o Dragão, mas ele sabia que a Pantera, após comer, dormia três dias seguidos, e assim nossa lenda se inicia...


Os seres da floresta amavam a Pantera, pois ela era a única a defende-los do Dragão, seu olhar era tão poderoso, que ao caçar, ela abaixava seus olhos, para que sua presa, que praticamente se oferecia como alimento, não tivesse o espírito destruído, tamanho o poder de seu olhar!

Num certo dia, após se alimentar, ela saltou por entre as montanhas e penetrou em uma das grutas para dormir, lá, a Pantera descansava e sonhava com as estrelas...

O Dragão, sabendo disso, iniciou sua empreitada de destruição. Contam as lendas que ele era um espírito revoltado, pois que lhe foi dito que a natureza não foi criada para servi-lo, isto o inundou de ódio pela floresta.

O Dragão sobrevoou a floresta e vomitou seu veneno pútrido nas árvores, que definhavam gritando como só as árvores sabem gritar. O veneno escorria pelas montanhas e vales, queimava tudo o que era vivo. As Serpentes, grandes alquimistas, não conseguiam transmutar todo o veneno que o Dragão, incessantemente vomitava, e este continuava sua destruição.

O grande guerreiro Tigre enfiou suas garras no veneno, seus esforços eram inúteis, mas era só o que ele podia e sabia fazer para defender a selva. Os Lobos corriam em desespero tentando esconder seus filhotes e uivavam em súplicas ao Céu, para que algo os ajudasse, os Ursos choravam, os Peixes recitavam encantamentos, que não davam conta da demanda de veneno, os animais reuniam-se resignados e suas lágrimas acalentavam a Terra, mas esta sabia que iria ser aniquilada.

Um pequeno Rouxinol, triste e ferido, vendo tudo isso, se afastou até as montanhas e começou seu canto triste:

"Sou a luz que se apaga. Meu canto e o da selva são os mesmos. Triste o fim de minha mãe. Triste o fim de minha amada. Mama Selva se vai. Mama Selva se vai. A pantera não mais fluirá pelas sombras. Não mais..."

Ele não sabia, mas atrás de si, abria-se a gruta na qual havia uma cova, aonde adormecera a Pantera, e ao ouvir seu nome, esta se levantou de um salto: - O que esta havendo? Quem canta uma melodia tão triste na entrada da gruta?

O Rouxinol, ouvindo um brado tão conhecido e sentindo o doce hálito da Pantera mudou o tom da melodia, e sem titubear cantou a crueldade do Dragão, e as glórias de lutas antigas, e o que estava acontecendo.

A Pantera urrou de raiva, seu sangue felino ferveu sob o manto negro como o infinito que era sua pele, o brado de sua intenção foi dado: - Morte, morte é o que o vento sussurra nos tímpanos do Dragão!!!! Que meu hálito chegue até suas narinas!!!!

Pedindo ajuda à grande Águia mensageira, ela foi carregada ao encontro do Dragão, que já havia sentido o aroma de seu hálito e tentava fugir, mas de um salto a Pantera fincou as garras em seu pescoço, da onde jorrou o sangue grosso e pegajoso do Dragão. Arrebentando-se no solo da floresta o Dragão implorou à Pantera que não o matasse, ele chorou e soluçou, mas seu olhar era o mesmo... A Pantera em dúvida, parou um instante, tempo suficiente para o Dragão fugir...

Indignada, a Pantera consultou a grande Phiton; a Cobra; que pelo seu oráculo, foi dito aonde foi se esconder o Dragão: - No coração dos Homens. disse a Sacerdotisa.

A Pantera, mais uma vez, urrou, e urrou muito forte, tanto que o Céu inteiro foi atraído, e disse a Pantera: - Faça amor comigo, e terá a solução... Foi o que a Pantera fez, e imediatamente ela ficou grávida, e o Céu lhe disse: - Tenha os seus filhos aonde moram os homens.

Com a ajuda da Águia, a Pantera pariu sobre as cidades, e um fenômeno ocorreu; de seu ventre, milhares de luzes cintilantes com as cores do arco-íris saíram, flutuando. Em sua mente, a Pantera ouviu a voz do Céu: - Estes são seus filhos, nasceram como homens e mulheres, mas suas almas serão a mesma que a tua, eles continuarão a sua luta, sob sua proteção; para o trabalho para qual nasceram. Não serão muitos, mas serão poderosos, serão sutis como o movimento da Lua, brilhantes como o Sol, alegres como o som das águas correntes, firmes como as árvores, buscarão a liberdade e amarão a noite, pois ela irá lembrar-lhes a sua cor, se sentirão bem durante o dia, pois este lhe parecerá o seu olhar, fluirão como seu corpo durante a caça, "serão chamados de Guerreiros, Xamãs, loucos... Mas terão, no coração, as marcas da tua garra..."

(por André Panizzi "Gavião-Real" / Membro-fundador do Clã Lobos do Cerrado)


domingo, 1 de agosto de 2010

...Outro convite aos Homens!!!


“Sentar em círculo em um conselho é sentir-se parte de algo ancestral; compartilhar com outros homens é tornar-se mais sábio; encarar suas sombras é desenvolver o próprio poder e responsabilidade; reconhecer no outro o espelho de tua alma é curar-se... e observar tudo isso como mais um passo na jornada da vida é trazer ao olhar o brilho eterno do coração”. (Rafael Dusik)

Domingo, 8 de Agosto de 2010
Horário: 18h as 21h

Local: Espaço Rapa Nuy Rua Delfino Riet, 116 - St° Antonio
Porto Alegre/RS - Contato: (51) 32352124

Valor: R$ 30,00

***CONFIRMAR PRESENÇA***

Maiores informações:
email: rafaeldusik@gmail.com
http://clalobosdosul.blogspot.com
(51) 92453371 / 98210643

Sabedoria Anscestral

"Eu sou o vento que viaja de uma direção para outra, carregando e distribuindo as sementes da vida. Feito a neve, as minhas sementes desaparecem na terra reaparecendo sob uma nova forma.

Eu sou o grito do recém nascido que sente a primeira dor da separação.

Eu sou o grito de toda a vida que alcança o mistério da verdadeira consciência.

Eu sou o eterno. Agora da criação, eu Sou o Espaço através do qual viaja o tempo. Através de mim você experimenta os dons da reflexão, esperança, sabedoria e assim você poderá conhecer a si mesmo.

Conhecer-se como Criador e criatura, menor que um grão de poeira e tão grande quanto o Deus que você louva."

Chefe Archie Fire Lame Deer


Cerimônia Xamânica com a Chanupa Sagrada


Horário: 20h (O portão fecha às20h10min - Seja pontual!)
Local: Espaço Rapa Nuy Rua Delfino Riet, 116 - Santo Antônio
Porto Alegre/RS (51) 32352124

Contribuição: R$ 10,00

Informações: clafilhasdalua@gmail.com
(51) 98210643 / 32352124


Obs.: Vagas limitadas devido ao espaço físico, por favor, confirme sua presença com antecedência. É essencial iniciarmos e encerrarmos a Cerimônia todos juntos; a atividade se estende até as 23h.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Vivência Masculina - Conselho dos Lobos

Local: Espaço Rapa Nuy
Rua Delfino Riet, 116 - St° Antonio - Porto Alegre
(51) 32352124
Valor: R$ 30,00

Clalobosdosul@gmail.com
***Por favor, CONFIRMAR PRESENÇA***

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Xamã


A palavra xamã significa, no dialeto dos povos Tungus da Sibéria, homem inspirado pelos espíritos, dotado de habilidades físicas, psíquicas e espirituais. Ser um Xamã talvez seja uma maneira distinta de contemplar e bailar a dança da Vida. Como relata, em um artigo, Ana Paula Andrade do Clã Filhas de Lua: “Acredito que todos nós somos potencialmente xamãs, basta que despertemos." E segue:
“Para os xamãs, toda doença começa com uma energia negativa, que pode ser desde pensamentos até sentimentos como ódio, raiva ou inveja. Por isso, as palavras, assim como as atitudes, são fundamentais no processo de adoecer ou curar-se.
Medicina, segundo as tradições nativas, é tudo aquilo que cura o corpo, a mente e o espírito. Para nós, Clã do Filhas da Lua e Clã Lobos do Sul, ninguém cura o outro, a cura está dentro de cada um. O xamã pode ser apenas um facilitador para que o indivíduo alcance sua cura, mas se ele mesmo não caminhar em busca dela, não terá como alcançá-la.
Somos guardiões da Terra, homens e mulheres que trilham o caminho do xamanismo, em suas muitas trilhas diferentes, mas todas no mesmo embasamento: somos partes da natureza e é dela que vem nossa força e sustento.”
Vejo o xamã como um homem que busca compreender os princípios do céu e suas forças celestes e da terra e suas forças telúricas, não esquecento que está com os pés enraizados na experiência de trilhar por este mundo e ao mesmo tempo com a cabeça voltada às estrelas e possibilidades de outros mundos, muitas vezes invisíveis aos olhos que ainda não despertaram. Quando me refiro a outros mundos não falo unicamente de jornadas, expansão a outros níveis de consciência e viagens astrais (como em algumas filosofias), mas ao fato, deste Ser observar tudo com olhos observantes, como quem tenta entender as relações existentes em cada movimento do vento, das plantas, dos animais, das pessoas e se conectar aos acontecimentos como forma de adquirir conhecimento, sem ajuizar e no fluxo da vida, como um surfista que se deixa levar pela onda, sem perder o foco ...mantendo o equilíbrio evitando ser arrastado para a margem novamente. Um xamã não é quem faz magia, mas quem vislumbra a magia da vida e a vive de forma plena.
Não se trata somente de ritos e cerimônias – os quais nos religam com esta perspectiva – afinal de contas, a vida já nos proporciona ritos naturais, mas nossos olhos estão fechados demais e não vemos, o por do sol já é por si só, uma viajem cósmica, mas estamos ocupados demais para seguir com ele, assim, somos limitados por nós mesmos.
O Xamã busca todos os dias desfazer as amarras da ilusão e se proporcionar encarar o mundo como um guerreiro, rumo a mais uma jornada na senda do Grande Mistério, buscando as si mesmo em cada ser, em cada relação, em cada palavra pensada ou dita... percebendo que é essencial se conhecer e conhecer o seu desígnio para se reconhecer como uno com o universo.


Rafael Dusik – Clã Lobos do Sul

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Mito Chinês da Criação


Embora associa-se o xamanismo as tradições de indígenas no principio os povos asiáticos, africanos, europeus, tinham seu curadores e senhores que traçavam sua jornada em outros mundos assim a semelhança entre os mitos, lendas e estruturas filosóficas, como a criação do mundo.
Há muitos anos, quando não havia nada, o universo era como um ovo gigante, onde dormia Pan Gu. Depois de 18 mil anos de gestação ele acordou e não gostou de toda escuridão a sua volta, pois não podia ver nada. Então brandiu seu possante braço contra a escuridão e ovo se quebrou. Houve a divisão dos elementos: os mais leves subiram formando o céu e os mais pesados desceram formando a terra.Pan Gu respirou com prazer , mas temeu que céu e terra se unissem novamente.Assim , ele resolveu sustentar o céu com seus braços e empurrar a terra com seus pés. Nesse meio tempo, seu corpo cresceu 3 metros por dia. E por 18 mil anos assim foi até que o céu estivesse a alturas colossais e a terra se tornado compacta. E Pan Gu estava com 45 mil Km de altura (segundo a maioria das fontes históricas).
Ele agora era um gigante mas estava exausto de tanto esforço. Imaginou que poderia criar um mundo sobre o qual pairassem sol e lua, revestido por montanhas, rios e uma grande variedade de seres. Mas sua morte prematura (por motivos ignorados, mas que se conclui ser por exaustão de tamaho esforço de separação) o impediu de realizar seu intento. Mas antes de seu último suspiro conseguiu tranformar pertes de seu corpo: seu hálito tornou-se a brisa,as nuvens e o nevoeiro ; a sua voz, o estrondo dos trovões ; seu olho esquerdo virou o sol e o direito a lua ; os cabelos e bigodes viraram as estrelas ; o tronco e seus 4 membros (braços e pernas) tornaram-se cinco montanhas maciças, sendo que 4 delas marcavamas extremidades norte ,sul, leste e oeste do planeta e a quinta marcava o centro do universo.Seus músculos tornaram-se terras férteis ; seus dentes, ossos e tutano, pérolas, jade e recursos minerais ; seus pêlos, a relva e as árvores ; seu suor, a chuva e a garoa .
Assim , o antepassado em comum da raça humana é Pan Gu, e explicaria por que a humanidade é capaz de controlar "tudo quanto existe na superfície da terra".
A história de Pan Gu possui algumas variações e numa delas, são sua pulgas que se transformam na humanidade.Em outra,ele sai pelo mundo acompanhado de 4 animais altamente simbólicos para os chineses : Dragão, chefe das criaturas escamosas;Tartaruga, que comanda as criaturas com casca;Fênix, a mais importante das criaturas com penas;Unicórnio, chefe de todos os animais que possuem pêlo. Esse quarteto é sua única companhia nos dias que antecedem sua morte.
{Do livro "A Extraordinária História da China' , de Sérgio Pereira Couto. mito de criação, sobre Pan Gu (P'an-Ku)}.

domingo, 7 de fevereiro de 2010


No ultimo final de semana do Forum Social Mundial o Grande Mistério e a sincronicidade me proporcionaram o prazer de participar de uma oficina de tendas com Marcos "Mandala" no parque Galvane Guedes em Esteio/RS, onde foram construidas três tendas de diferentes culturas que juntas formam o simbolo da bandeira do movimento mundial pela paz.

Foi especial para mim por estar em Esteio, por ver Irmão da ultima aldeia da paz em Porto Alegre, por ver amigos participando e por ser um passo a novas atividades do clã lobos do sul e Clã filhas da Lua junto a o que imaginamos ser uma novo ponto de encontro para aqueles que são inspirados pela atitude de paz que começa internamente em nossos corações.